Você Conhece a Mamografia 3D?

2

O câncer de mama é o segundo tipo mais comum de câncer em mulheres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), há um risco estimado de cerca de 50 casos dessa doença para cada grupo de 100 mil mulheres. A mamografia possui um importante papel para que o diagnóstico precoce do câncer de mama seja feito. Vários estudos mostraram redução de 20 a 35% na mortalidade por esse tipo de tumor maligno no grupo de pacientes entre 50 e 69 anos submetidas ao rastreamento.

A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção precoce do câncer, evidenciando lesões na sua fase inicial. A tomossíntese, ou mamografia 3D, produz múltiplas imagens da mama, sob diferentes ângulos e em cortes milimétricos. Essas projeções, quando reconstituídas por um software, geram uma imagem tridimensional que possibilita a análise de diferentes camadas da mama. É um método mais sensível, pois aumenta de 10 a 15% a capacidade de detectar uma lesão, sendo mais específico, pois permite uma avaliação detalhada do achado. Ela oferece também outros importantes benefícios para mulheres, pois além de permitir a detecção de tumores menores, reduz de forma relevante o número de pacientes submetidas a biópsias por conta de falsos positivos.

A Clínica da Mama é pioneira nesse tipo de exame. A radiologista Nara Fabiana da Cunha explica que quando uma mamografia de rastreamento demonstra um achado questionável pode gerar algum grau de ansiedade na paciente. “A tomossíntese é um novo aparato na produção de imagens das mamas, capaz de minimizar ou eliminar problemas como sobreposição de estruturas. Essa sobreposição de estruturas, visibilizada muitas vezes na mamografia 2D, pode mimetizar lesões ou mesmo escondê-las, em alguns casos”, afirma a médica.

Segundo Dra. Nara, mulheres a partir de 40 anos devem se submeter anualmente ao exame, seja mamografia 2D ou 3D. O método continua sendo eficiente na detecção precoce de câncer da mama, podendo reduzir consideravelmente o índice de mortalidade. “A tomossíntese é especialmente indicada para pacientes com mamas densas, comuns em mulheres mais jovens. Com isso, há um aumento da sensibilidade do método, redução no número de reconvocações da paciente para complementar o exame, além de aumento nas taxas de detecção precoce do câncer de mama”, informa a radiologista.

AthenaPress

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 06/05/2013, 19:08

MARQUE SUA CONSULTA OU EXAME

2

O câncer de mama é o segundo tipo mais comum de câncer em mulheres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), há um risco estimado de cerca de 50 casos dessa doença para cada grupo de 100 mil mulheres. A mamografia possui um importante papel para que o diagnóstico precoce do câncer de mama seja feito. Vários estudos mostraram redução de 20 a 35% na mortalidade por esse tipo de tumor maligno no grupo de pacientes entre 50 e 69 anos submetidas ao rastreamento.

A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção precoce do câncer, evidenciando lesões na sua fase inicial. A tomossíntese, ou mamografia 3D, produz múltiplas imagens da mama, sob diferentes ângulos e em cortes milimétricos. Essas projeções, quando reconstituídas por um software, geram uma imagem tridimensional que possibilita a análise de diferentes camadas da mama. É um método mais sensível, pois aumenta de 10 a 15% a capacidade de detectar uma lesão, sendo mais específico, pois permite uma avaliação detalhada do achado. Ela oferece também outros importantes benefícios para mulheres, pois além de permitir a detecção de tumores menores, reduz de forma relevante o número de pacientes submetidas a biópsias por conta de falsos positivos.

A Clínica da Mama é pioneira nesse tipo de exame. A radiologista Nara Fabiana da Cunha explica que quando uma mamografia de rastreamento demonstra um achado questionável pode gerar algum grau de ansiedade na paciente. “A tomossíntese é um novo aparato na produção de imagens das mamas, capaz de minimizar ou eliminar problemas como sobreposição de estruturas. Essa sobreposição de estruturas, visibilizada muitas vezes na mamografia 2D, pode mimetizar lesões ou mesmo escondê-las, em alguns casos”, afirma a médica.

Segundo Dra. Nara, mulheres a partir de 40 anos devem se submeter anualmente ao exame, seja mamografia 2D ou 3D. O método continua sendo eficiente na detecção precoce de câncer da mama, podendo reduzir consideravelmente o índice de mortalidade. “A tomossíntese é especialmente indicada para pacientes com mamas densas, comuns em mulheres mais jovens. Com isso, há um aumento da sensibilidade do método, redução no número de reconvocações da paciente para complementar o exame, além de aumento nas taxas de detecção precoce do câncer de mama”, informa a radiologista.

AthenaPress

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 06/05/2013, 19:08

OUTRAS NOTÍCIAS

MARQUE SUA CONSULTA OU EXAME:

Para Agendar Consultas, Exames e Procedimentos.
(61) 3213 6625