Quais complicações a gestante pode ter quando se está com câncer de mama?

Câncer de mama na gravidez

A gravidez é um momento especial para todas as mulheres e é quando a futura mamãe se preocupa ainda mais com a sua saúde e também com a de seu bebê. Mas descobrir um câncer de mama durante esse processo causa inúmeras dúvidas e preocupações, principalmente em relação ao tratamento e os efeitos colaterais que ele pode causar no bebê. A grávida tem, dependendo do caso, a opção de continuar ou não a gravidez.

O próprio diagnóstico do câncer de mama é mais complicado durante a gravidez, porque a mama sofre alterações naturais do período, devido às modificações hormonais. Os exames para detectar a presença ou não de algum nódulo devem ser realizados com um cuidado especial, e possui várias limitações, sendo recomendado o ultrassom. Os riscos que a mulher pode correr durante a gestação são, entre outros: aborto, malformação do feto e nascimento prematuro do bebê.

Qual o tratamento mais adotado nesses casos?

Geralmente o procedimento mais adotado é a intervenção cirúrgica, pois é o método mais seguro e pode ser feito em qualquer fase da gravidez, mas os tratamentos complementares podem ser necessários e não são recomendados em alguns estágios, porque podem afetar o bebê. A quimioterapia só pode ser realizada a partir do quarto mês de gestação, se for feita antes desse período é capaz de provocar malformações no feto e atrapalhar o seu desenvolvimento, e ao menos três semanas antes do nascimento do bebê deve ser interrompido para evitar problemas durante o parto.

A radioterapia só é recomenda após o fim da gestação, porque provoca sérios riscos à formação do bebê, assim como as terapias hormonais e alvo e exames com radiação. Em alguns casos, o parto pode ser antecipado para que a mãe inicie o tratamento o quanto antes. Procedimentos como a biópsia e mastectomia dificilmente oferecem riscos e podem ser realizados mesmo durante a gravidez.

Já a amamentação durante o tratamento não é recomendada, pois a radiação e os remédios quimioterápicos podem passar para o leite materno e serem ingeridos pelo bebê, o que é capaz de afetar seu desenvolvimento. É de extrema importância que as mulheres, a partir de uma certa idade, realizem exames de rotina para prevenir e detectar alguma anormalidade, dessa forma o tratamento pode começar em um estágio inicial do câncer de mama, com bem mais chances de recuperação.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 27/07/2016, 18:16

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Câncer de mama na gravidez

A gravidez é um momento especial para todas as mulheres e é quando a futura mamãe se preocupa ainda mais com a sua saúde e também com a de seu bebê. Mas descobrir um câncer de mama durante esse processo causa inúmeras dúvidas e preocupações, principalmente em relação ao tratamento e os efeitos colaterais que ele pode causar no bebê. A grávida tem, dependendo do caso, a opção de continuar ou não a gravidez.

O próprio diagnóstico do câncer de mama é mais complicado durante a gravidez, porque a mama sofre alterações naturais do período, devido às modificações hormonais. Os exames para detectar a presença ou não de algum nódulo devem ser realizados com um cuidado especial, e possui várias limitações, sendo recomendado o ultrassom. Os riscos que a mulher pode correr durante a gestação são, entre outros: aborto, malformação do feto e nascimento prematuro do bebê.

Qual o tratamento mais adotado nesses casos?

Geralmente o procedimento mais adotado é a intervenção cirúrgica, pois é o método mais seguro e pode ser feito em qualquer fase da gravidez, mas os tratamentos complementares podem ser necessários e não são recomendados em alguns estágios, porque podem afetar o bebê. A quimioterapia só pode ser realizada a partir do quarto mês de gestação, se for feita antes desse período é capaz de provocar malformações no feto e atrapalhar o seu desenvolvimento, e ao menos três semanas antes do nascimento do bebê deve ser interrompido para evitar problemas durante o parto.

A radioterapia só é recomenda após o fim da gestação, porque provoca sérios riscos à formação do bebê, assim como as terapias hormonais e alvo e exames com radiação. Em alguns casos, o parto pode ser antecipado para que a mãe inicie o tratamento o quanto antes. Procedimentos como a biópsia e mastectomia dificilmente oferecem riscos e podem ser realizados mesmo durante a gravidez.

Já a amamentação durante o tratamento não é recomendada, pois a radiação e os remédios quimioterápicos podem passar para o leite materno e serem ingeridos pelo bebê, o que é capaz de afetar seu desenvolvimento. É de extrema importância que as mulheres, a partir de uma certa idade, realizem exames de rotina para prevenir e detectar alguma anormalidade, dessa forma o tratamento pode começar em um estágio inicial do câncer de mama, com bem mais chances de recuperação.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 27/07/2016, 18:16

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