Mitos sobre a ressonância magnética

Mitos sobre a ressonância magnética

Atualmente, a ressonância magnética é um dos métodos mais precisos e confiáveis em termos de diagnóstico por imagem. Este exame permite que os médicos consigam ter acesso aos órgãos internos e qualquer estrutura que possua uma composição rica em água. Como principal objetivo, a ressonância magnética busca colaborar na identificação de doenças degenerativas, tumores, afecções neurológicas, enfermidades cardiovasculares e problemas ortopédicos.
Ao longo do tempo, os equipamentos têm sido melhorados e é preciso citar que a tecnologia e as novas técnicas no campo da medicina têm contribuído muito para isso. A utilização da ressonância magnética como complemento na hora de diagnosticar doenças e efetuar o prognóstico tem gerado algumas dúvidas. Uma boa parte das dúvidas quando não são resolvidas acabam se transformando em mitos.

Veja aqui os principais mitos sobre a ressonância magnética:

1- Sou claustrofóbico, portanto não posso fazer um exame de ressonância magnética.

Embora não seja um exame muito confortável de se fazer, em especial para quem possui aversão aos locais fechados, este é um exame que pode ser feito por pessoas que tenham esse tipo de fobia. Atualmente, existem soluções para quem não consegue ficar muito tempo em um local fechado. Neste sentido, pode-se oferecer sedação ao paciente ou usar equipamentos que sejam completamente abertos ou que possuam um diâmetro maior.

2- A ressonância utiliza radiações.

Este é um mito recorrente e que muitas pessoas apostam ser verdade. A ressonância não usa a radiação ionizante. Este tipo de estudo é realizado por meio de uma aplicação de um campo magnético. Embora as primeiras semanas de gravidez sejam um impedimento para a realização de um exame deste tipo, a partir da 12ª semana não há prejuízo para o embrião e para a grávida, portanto ela já pode fazer este estudo.

3- Vou precisar de muito tempo para fazer o exame. A ressonância magnética é demorada.

Quando o assunto é o tempo de duração do exame, é preciso ressaltar que este varia conforme o órgão ou estrutura estudada. Além disso, o tempo oscila de acordo com o número de séries necessárias e do tipo de equipamento usado.

4- Pessoas com próteses metálicas não podem fazer ressonância magnética.

Embora este não seja um completo mito, também não configura uma verdade absoluta. Calma, já vamos explicar! Pessoas com próteses metálicas podem realizar a RM sem problemas, no entanto, a qualidade da imagem pode ser afetada dependendo da localização da prótese. Mesmo que a RM possa ser feita em muitos casos, é preciso ressaltar que pessoas com implante coclear, marca-passos e clips cirúrgicos metálicos não podem fazer esse exame.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 08/08/2016, 16:36

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Mitos sobre a ressonância magnética

Atualmente, a ressonância magnética é um dos métodos mais precisos e confiáveis em termos de diagnóstico por imagem. Este exame permite que os médicos consigam ter acesso aos órgãos internos e qualquer estrutura que possua uma composição rica em água. Como principal objetivo, a ressonância magnética busca colaborar na identificação de doenças degenerativas, tumores, afecções neurológicas, enfermidades cardiovasculares e problemas ortopédicos.
Ao longo do tempo, os equipamentos têm sido melhorados e é preciso citar que a tecnologia e as novas técnicas no campo da medicina têm contribuído muito para isso. A utilização da ressonância magnética como complemento na hora de diagnosticar doenças e efetuar o prognóstico tem gerado algumas dúvidas. Uma boa parte das dúvidas quando não são resolvidas acabam se transformando em mitos.

Veja aqui os principais mitos sobre a ressonância magnética:

1- Sou claustrofóbico, portanto não posso fazer um exame de ressonância magnética.

Embora não seja um exame muito confortável de se fazer, em especial para quem possui aversão aos locais fechados, este é um exame que pode ser feito por pessoas que tenham esse tipo de fobia. Atualmente, existem soluções para quem não consegue ficar muito tempo em um local fechado. Neste sentido, pode-se oferecer sedação ao paciente ou usar equipamentos que sejam completamente abertos ou que possuam um diâmetro maior.

2- A ressonância utiliza radiações.

Este é um mito recorrente e que muitas pessoas apostam ser verdade. A ressonância não usa a radiação ionizante. Este tipo de estudo é realizado por meio de uma aplicação de um campo magnético. Embora as primeiras semanas de gravidez sejam um impedimento para a realização de um exame deste tipo, a partir da 12ª semana não há prejuízo para o embrião e para a grávida, portanto ela já pode fazer este estudo.

3- Vou precisar de muito tempo para fazer o exame. A ressonância magnética é demorada.

Quando o assunto é o tempo de duração do exame, é preciso ressaltar que este varia conforme o órgão ou estrutura estudada. Além disso, o tempo oscila de acordo com o número de séries necessárias e do tipo de equipamento usado.

4- Pessoas com próteses metálicas não podem fazer ressonância magnética.

Embora este não seja um completo mito, também não configura uma verdade absoluta. Calma, já vamos explicar! Pessoas com próteses metálicas podem realizar a RM sem problemas, no entanto, a qualidade da imagem pode ser afetada dependendo da localização da prótese. Mesmo que a RM possa ser feita em muitos casos, é preciso ressaltar que pessoas com implante coclear, marca-passos e clips cirúrgicos metálicos não podem fazer esse exame.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 08/08/2016, 16:36

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