A mamografia pode causar câncer de tireoide?

A mamografia é de extrema importância na redução da mortalidade pelo câncer de mama, mas ainda existe a preocupação sobre os efeitos que a radiação pode trazer para o organismo como, por exemplo, o aumento do câncer de tireóide nas pacientes submetidas ao rastreamento mamográfico.  A tireóide é uma glândula que fica na frente do pescoço e produz dois hormônios que são responsáveis por controlar a velocidade do metabolismo, além de influenciarem no desenvolvimento do corpo e na atividade do sistema nervoso.   O mito de que a mamografia pode influenciar nessa glândula vem circulando na internet, contudo é uma informação equivocada. Estudos afirmam que a mamografia não expõe a tireóide a doses de radiação nocivas. Existem dois tipos de radiação que são geradas durante o exame de imagem:   A radiação primária está direcionada na área a ser examinada. No mamógrafo existem os filtros e protetores para que este raio seja focado na região determinada e não se espalhe para todos os lados, este raio sai de cima para baixo. Quanto mais direcionado o raio, melhor é o resultado na leitura do exame.  A radiação dispersa é emitida em uma dose baixa e com curta duração. Ela ocorre apenas quando o raio é disparado, esta radiação pode ser quase considerada igual à radiação existente no meio ambiente, não significando que exista um risco aumentado de desenvolver câncer na região.  Portanto, faça a mamografia sem medos, esse exame é importante para a mulher, pois detecta tumores com menos de 1 cm, enquanto o exame de toque via apalpação detecta tumores com cerca de 3 cm, que é um tumor considerado grande com chances razoáveis de disseminação.  Toda mulher a partir dos 40 anos precisa fazer anualmente a mamografia. Se contudo, há casos na família de câncer de mama ou de ovários, a recomendação é iniciar a partir dos 35 anos de idade. Este exame ajuda o médico a detectar o câncer em sua fase inicial.  A mamografia é de extrema importância na redução da mortalidade pelo câncer de mama, mas ainda existe a preocupação sobre os efeitos que a radiação pode trazer para o organismo como, por exemplo, o aumento do câncer de tireoide nas pacientes submetidas ao rastreamento mamográfico.

A tireoide é uma glândula que fica na frente do pescoço e produz dois hormônios que são responsáveis por controlar a velocidade do metabolismo, além de influenciarem no desenvolvimento do corpo e na atividade do sistema nervoso.

O mito de que a mamografia pode influenciar nessa glândula vem circulando na internet, contudo é uma informação equivocada. Estudos afirmam que a mamografia não expõe a tireoide a doses de radiação nocivas. Existem dois tipos de radiação que são geradas durante o exame de imagem:

A radiação primária está direcionada na área a ser examinada. No mamógrafo existem os filtros e protetores para que este raio seja focado na região determinada e não se espalhe para todos os lados, este raio sai de cima para baixo. Quanto mais direcionado o raio, melhor é o resultado na leitura do exame.
A radiação dispersa é emitida em uma dose baixa e com curta duração. Ela ocorre apenas quando o raio é disparado, esta radiação pode ser quase considerada igual à radiação existente no meio ambiente, não significando que exista um risco aumentado de desenvolver câncer na região.

Portanto, faça a mamografia sem medos, esse exame é importante para a mulher, pois detecta tumores com menos de 1 cm, enquanto o exame de toque via apalpação detecta tumores com cerca de 3 cm, que é um tumor considerado grande com chances razoáveis de disseminação.

Toda mulher a partir dos 40 anos precisa fazer anualmente a mamografia. Se contudo, há casos na família de câncer de mama ou de ovários, a recomendação é iniciar a partir dos 35 anos de idade. Este exame ajuda o médico a detectar o câncer em sua fase inicial.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 30/10/2015, 10:17

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A mamografia é de extrema importância na redução da mortalidade pelo câncer de mama, mas ainda existe a preocupação sobre os efeitos que a radiação pode trazer para o organismo como, por exemplo, o aumento do câncer de tireóide nas pacientes submetidas ao rastreamento mamográfico.  A tireóide é uma glândula que fica na frente do pescoço e produz dois hormônios que são responsáveis por controlar a velocidade do metabolismo, além de influenciarem no desenvolvimento do corpo e na atividade do sistema nervoso.   O mito de que a mamografia pode influenciar nessa glândula vem circulando na internet, contudo é uma informação equivocada. Estudos afirmam que a mamografia não expõe a tireóide a doses de radiação nocivas. Existem dois tipos de radiação que são geradas durante o exame de imagem:   A radiação primária está direcionada na área a ser examinada. No mamógrafo existem os filtros e protetores para que este raio seja focado na região determinada e não se espalhe para todos os lados, este raio sai de cima para baixo. Quanto mais direcionado o raio, melhor é o resultado na leitura do exame.  A radiação dispersa é emitida em uma dose baixa e com curta duração. Ela ocorre apenas quando o raio é disparado, esta radiação pode ser quase considerada igual à radiação existente no meio ambiente, não significando que exista um risco aumentado de desenvolver câncer na região.  Portanto, faça a mamografia sem medos, esse exame é importante para a mulher, pois detecta tumores com menos de 1 cm, enquanto o exame de toque via apalpação detecta tumores com cerca de 3 cm, que é um tumor considerado grande com chances razoáveis de disseminação.  Toda mulher a partir dos 40 anos precisa fazer anualmente a mamografia. Se contudo, há casos na família de câncer de mama ou de ovários, a recomendação é iniciar a partir dos 35 anos de idade. Este exame ajuda o médico a detectar o câncer em sua fase inicial.  A mamografia é de extrema importância na redução da mortalidade pelo câncer de mama, mas ainda existe a preocupação sobre os efeitos que a radiação pode trazer para o organismo como, por exemplo, o aumento do câncer de tireoide nas pacientes submetidas ao rastreamento mamográfico.

A tireoide é uma glândula que fica na frente do pescoço e produz dois hormônios que são responsáveis por controlar a velocidade do metabolismo, além de influenciarem no desenvolvimento do corpo e na atividade do sistema nervoso.

O mito de que a mamografia pode influenciar nessa glândula vem circulando na internet, contudo é uma informação equivocada. Estudos afirmam que a mamografia não expõe a tireoide a doses de radiação nocivas. Existem dois tipos de radiação que são geradas durante o exame de imagem:

A radiação primária está direcionada na área a ser examinada. No mamógrafo existem os filtros e protetores para que este raio seja focado na região determinada e não se espalhe para todos os lados, este raio sai de cima para baixo. Quanto mais direcionado o raio, melhor é o resultado na leitura do exame.
A radiação dispersa é emitida em uma dose baixa e com curta duração. Ela ocorre apenas quando o raio é disparado, esta radiação pode ser quase considerada igual à radiação existente no meio ambiente, não significando que exista um risco aumentado de desenvolver câncer na região.

Portanto, faça a mamografia sem medos, esse exame é importante para a mulher, pois detecta tumores com menos de 1 cm, enquanto o exame de toque via apalpação detecta tumores com cerca de 3 cm, que é um tumor considerado grande com chances razoáveis de disseminação.

Toda mulher a partir dos 40 anos precisa fazer anualmente a mamografia. Se contudo, há casos na família de câncer de mama ou de ovários, a recomendação é iniciar a partir dos 35 anos de idade. Este exame ajuda o médico a detectar o câncer em sua fase inicial.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 30/10/2015, 10:17

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