Como evitar o HPV?

Como evitar o HPV

O papiloma vírus humano, conhecido como HPV, é um dos tipos de vírus que infecta somente a pele e mucosas do ser humano. A infecção por HPV é considerada a doença sexualmente transmissível (DST) mais comum que existe. A infecção afeta homens e mulheres.

Há mais de 200 tipos de HPV e há dois grupos diferentes de vírus: o que causa as lesões benignas (não oncogênicos) e o grupo de vírus que causa doença maligna (oncogênicos). Foi comprovado nos anos 80 que o HPV é o agente causador do câncer de colo uterino – mesmo que para que a mulher desenvolva esse tipo de câncer, é preciso que existam outros fatores (hormonais, dietéticos, imunológicos) que propiciem o crescimento e também a evolução das lesões por HPV.

Alguns subtipos do grupo dos não oncogênicos têm na pele sua predileção, eles surgem na forma de verrugas comuns e plantares (planta dos pés). Outros surgem na região anogenital. Os locais mais comuns de infecção são a região perinial, o pênis, o escroto, a vulva, o canal anal e o colo uterino - nesses locais surgem verrugas genitais, conhecidas por condiloma acuminado.

Ao contrário do que se pensa, o HPV não causa infertilidade na mulher - não de forma direta, o que acontece é que os HPVs oncogênicos podem fazer surgir câncer e muitas vezes o tratamento envolve a retirada de útero e ovários, quimioterapia e radioterapia, o que pode levar à infertilidade.

Formas de prevenção de HPV

A forma mais comum de transmissão do HPV é a sexual. Há também a transmissão durante o parto normal, apesar de menos frequente e se dá pelo contato com material contaminado.

A transmissão oral e pelas mãos é também possível, embora ainda não esteja comprovada a probabilidade de contaminação e nem se é possível provocar uma infecção.

Contaminação pelo compartilhamento de toalhas ou roupa íntima, piscina e vaso sanitário: ainda não se comprovou a transmissão dessas formas.

As formas de prevenção do HPV (também válida para outros tipos de DSTs), são as seguintes:

• uso de preservativo nas relações sexuais;
• evitar ter vários parceiros sexuais;
• fazer o exame papanicolau pelo menos uma vez por ano;
• fazer exame ginecológico periodicamente - o ideal é que seja a cada 6 meses.

É importante salientar que uma vida desequilibrada pode contribuir para a possibilidade de se adquirir HPV. O organismo normalmente elimina, espontaneamente, a maioria dos tipos do vírus. Mas se a pessoa fuma, bebe ou utiliza drogas - em excesso, tem o seu sistema imunológico abalado, então as chances de infecção aumentam. Por isso, considere também, como uma forma de prevenir, ter uma alimentação e hábitos saudáveis e equilibrados.

Outro fator importante é que o uso do preservativo previne a maioria de DSTs, mas não impede a total contaminação pelo HPV, pois as lesões surgem em áreas não protegidas pela camisinha, como a raiz da coxa, perianal etc.

Vacina

A vacina é recomendada para mulheres a partir dos nove anos, aos 45, e para homens entre nove e vinte e seis anos, em função do risco de câncer anal. A vacina foi adotada pelo Ministério da Saúde a partir de março de 2014. Importante: a vacina ajuda a prevenir, mas não dispensa o uso de preservativos.

 

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 27/09/2016, 13:56

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Como evitar o HPV

O papiloma vírus humano, conhecido como HPV, é um dos tipos de vírus que infecta somente a pele e mucosas do ser humano. A infecção por HPV é considerada a doença sexualmente transmissível (DST) mais comum que existe. A infecção afeta homens e mulheres.

Há mais de 200 tipos de HPV e há dois grupos diferentes de vírus: o que causa as lesões benignas (não oncogênicos) e o grupo de vírus que causa doença maligna (oncogênicos). Foi comprovado nos anos 80 que o HPV é o agente causador do câncer de colo uterino – mesmo que para que a mulher desenvolva esse tipo de câncer, é preciso que existam outros fatores (hormonais, dietéticos, imunológicos) que propiciem o crescimento e também a evolução das lesões por HPV.

Alguns subtipos do grupo dos não oncogênicos têm na pele sua predileção, eles surgem na forma de verrugas comuns e plantares (planta dos pés). Outros surgem na região anogenital. Os locais mais comuns de infecção são a região perinial, o pênis, o escroto, a vulva, o canal anal e o colo uterino - nesses locais surgem verrugas genitais, conhecidas por condiloma acuminado.

Ao contrário do que se pensa, o HPV não causa infertilidade na mulher - não de forma direta, o que acontece é que os HPVs oncogênicos podem fazer surgir câncer e muitas vezes o tratamento envolve a retirada de útero e ovários, quimioterapia e radioterapia, o que pode levar à infertilidade.

Formas de prevenção de HPV

A forma mais comum de transmissão do HPV é a sexual. Há também a transmissão durante o parto normal, apesar de menos frequente e se dá pelo contato com material contaminado.

A transmissão oral e pelas mãos é também possível, embora ainda não esteja comprovada a probabilidade de contaminação e nem se é possível provocar uma infecção.

Contaminação pelo compartilhamento de toalhas ou roupa íntima, piscina e vaso sanitário: ainda não se comprovou a transmissão dessas formas.

As formas de prevenção do HPV (também válida para outros tipos de DSTs), são as seguintes:

• uso de preservativo nas relações sexuais;
• evitar ter vários parceiros sexuais;
• fazer o exame papanicolau pelo menos uma vez por ano;
• fazer exame ginecológico periodicamente - o ideal é que seja a cada 6 meses.

É importante salientar que uma vida desequilibrada pode contribuir para a possibilidade de se adquirir HPV. O organismo normalmente elimina, espontaneamente, a maioria dos tipos do vírus. Mas se a pessoa fuma, bebe ou utiliza drogas - em excesso, tem o seu sistema imunológico abalado, então as chances de infecção aumentam. Por isso, considere também, como uma forma de prevenir, ter uma alimentação e hábitos saudáveis e equilibrados.

Outro fator importante é que o uso do preservativo previne a maioria de DSTs, mas não impede a total contaminação pelo HPV, pois as lesões surgem em áreas não protegidas pela camisinha, como a raiz da coxa, perianal etc.

Vacina

A vacina é recomendada para mulheres a partir dos nove anos, aos 45, e para homens entre nove e vinte e seis anos, em função do risco de câncer anal. A vacina foi adotada pelo Ministério da Saúde a partir de março de 2014. Importante: a vacina ajuda a prevenir, mas não dispensa o uso de preservativos.

 

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 27/09/2016, 13:56

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