Câncer de mama maligno e benigno

Câncer de mama maligno e benigno

Uma das maiores associações que muitas pessoas, inclusive médicos, fazem sobre o câncer é o aparecimento de tumores, o que leva muitos pacientes a acharem que estão desenvolvendo um câncer. Porém, existem tumores benignos e malignos, e somente os últimos caracterizam tal diagnóstico.

A classificação entre tumores benignos e malignos é feita com base em três pontos principais, que são:

  • A aparência;
  • A estrutura, e
  • O comportamento reprodutivo das células atingidas.

É verdade que, tanto tumores benignos quanto malignos, teoricamente são classificados como câncer, porém os tumores benignos não se reproduzem ou crescem na velocidade dos tumores malignos, nem apresentam a possibilidade de atingir outros órgãos (metástase). Conheça as principais diferenças entre tumores benignos e malignos:

Tumores benignos

Mutação: as células sofrem uma pequena mutação, porém não é tão grave a ponto de criar uma expansão acelerada. Sua maioria é restrita a uma camada fibrosa que impede a propagação desordenada das células.

Tratamento: Em muitos casos, os tumores benignos não apresentam qualquer problema no funcionamento do órgão, mas se precisarem ser retirados, o procedimento é feito por meio de uma cirurgia rápida e precisa de remoção, sem a necessidade de outros tratamentos.

Tumores malignos

Mutação: As células sofrem grande mutação, que formam tumores assimétricos e de crescimento desordenado. Essas células se multiplicam rapidamente e causam o surgimento de pequenos vasos que nutrem o tumor.

Metástase: na medida em que o tumor se reproduz rapidamente, corre-se o risco de que ele invada outros órgãos, formando novos tumores de crescimento desordenado. Essa “invasão” acontece quando algumas dessas células caem na corrente sanguínea ou crescem de forma a alcançar outros órgãos.

Tratamento: Pelo fato de as células caírem na corrente sanguínea, apenas a remoção do tumor não garante a cura do câncer. Nesse caso, o tratamento deve ser generalizado, com procedimentos mais agressivos, como a quimioterapia, radioterapia e iodoterapia, que têm como objetivo matar essas células.

Outras informações

Mesmo os tumores benignos devem ser monitorados periodicamente para controlar a sua atividade e impedir que, eventualmente, se tornem malignos. Já com os tumores malignos, a gravidade de um câncer é medida, principalmente pelo estágio de desenvolvimento das células e, quanto antes ele for detectado, maiores são as chances de remoção total das anomalias.

Por isso, é importante realizar exames periódicos de checagem dos órgãos mais vulneráveis, como a mama, por exemplo. Quanto antes o tumor for detectado, melhores serão as chances de cura.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 13/02/2017, 13:58

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Uma das maiores associações que muitas pessoas, inclusive médicos, fazem sobre o câncer é o aparecimento de tumores, o que leva muitos pacientes a acharem que estão desenvolvendo um câncer. Porém, existem tumores benignos e malignos, e somente os últimos caracterizam tal diagnóstico.

A classificação entre tumores benignos e malignos é feita com base em três pontos principais, que são:

  • A aparência;
  • A estrutura, e
  • O comportamento reprodutivo das células atingidas.

É verdade que, tanto tumores benignos quanto malignos, teoricamente são classificados como câncer, porém os tumores benignos não se reproduzem ou crescem na velocidade dos tumores malignos, nem apresentam a possibilidade de atingir outros órgãos (metástase). Conheça as principais diferenças entre tumores benignos e malignos:

Tumores benignos

Mutação: as células sofrem uma pequena mutação, porém não é tão grave a ponto de criar uma expansão acelerada. Sua maioria é restrita a uma camada fibrosa que impede a propagação desordenada das células.

Tratamento: Em muitos casos, os tumores benignos não apresentam qualquer problema no funcionamento do órgão, mas se precisarem ser retirados, o procedimento é feito por meio de uma cirurgia rápida e precisa de remoção, sem a necessidade de outros tratamentos.

Tumores malignos

Mutação: As células sofrem grande mutação, que formam tumores assimétricos e de crescimento desordenado. Essas células se multiplicam rapidamente e causam o surgimento de pequenos vasos que nutrem o tumor.

Metástase: na medida em que o tumor se reproduz rapidamente, corre-se o risco de que ele invada outros órgãos, formando novos tumores de crescimento desordenado. Essa “invasão” acontece quando algumas dessas células caem na corrente sanguínea ou crescem de forma a alcançar outros órgãos.

Tratamento: Pelo fato de as células caírem na corrente sanguínea, apenas a remoção do tumor não garante a cura do câncer. Nesse caso, o tratamento deve ser generalizado, com procedimentos mais agressivos, como a quimioterapia, radioterapia e iodoterapia, que têm como objetivo matar essas células.

Outras informações

Mesmo os tumores benignos devem ser monitorados periodicamente para controlar a sua atividade e impedir que, eventualmente, se tornem malignos. Já com os tumores malignos, a gravidade de um câncer é medida, principalmente pelo estágio de desenvolvimento das células e, quanto antes ele for detectado, maiores são as chances de remoção total das anomalias.

Por isso, é importante realizar exames periódicos de checagem dos órgãos mais vulneráveis, como a mama, por exemplo. Quanto antes o tumor for detectado, melhores serão as chances de cura.

Arquivo em: — Clínica da Mama @ 13/02/2017, 13:58

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